terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Voto obrigatório.

Votar não é só um direito é também um dever que todos devemos cumprir para daqui amanhã também podermos exigir de quem é eleito aquilo a que se propôs fazer. Qual é a nossa legitimidade de criticarmos ou exigirmos se não nos deslocámos a exercer o nosso direito.

Dada a sucessiva taxa de abstenção que se tem verificados nas sucessivas eleições para os mais diversos órgãos de soberania existente, a atitude mais correcta era tornar em Portugal o VOTO OBRIGATÓRIO, para de uma vez por todas os Portugueses e quem é eleito saber o poder e a importância do voto de cada individuo. É o acto mais simples que temos de exercer o nosso dever cívico.

Para aqueles que lamentavelmente (exclindo aqueles que não foram por motivos de força maior) não foram exercer o seu direito de voto, deixo aqui alguns excertos da Constituição da Republica Portuguesa.:

Estado de direito democrático


A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.

Soberania e legalidade
1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
2. O Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática.

Sufrágio universal e partidos políticos
1. O povo exerce o poder político através do sufrágio universal, igual, directo, secreto e periódico, do referendo e das demais formas previstas na Constituição.
2. Os partidos políticos concorrem para a organização e para a expressão da vontade popular, no respeito pelos princípios da independência nacional, da unidade do Estado e da democracia política

Participação na vida pública
1. Todos os cidadãos têm o direito de tomar parte na vida política e na direcção dos assuntos públicos do país, directamente ou por intermédio de representantes livremente eleitos.
2. Todos os cidadãos têm o direito de ser esclarecidos objectivamente sobre actos do Estado e demais entidades públicas e de ser informados pelo Governo e outras autoridades acerca da gestão dos assuntos públicos.


Direito de sufrágio
1. Têm direito de sufrágio todos os cidadãos maiores de dezoito anos, ressalvadas as incapacidades previstas na lei geral.
2. O exercício do direito de sufrágio é pessoal e constitui um dever cívico.


Muito mais poderia escrever ou retirar da constituição, não quero tornar este texto demasiado extenso, por isso aqui fica de novo o alerta para todos:

Artigo 49.º da Constituição da Republica Portuguesa:
Direito de sufrágio
1. Têm direito de sufrágio todos os cidadãos maiores de dezoito anos, ressalvadas as incapacidades previstas na lei geral.
2. O exercício do direito de sufrágio é pessoal e constitui um dever cívico.

Miguel Espírito Santo

pensarcelorico@gmail.com

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Resultados Presidenciais concelho de Celorico da Beira

Cavaco Silva: 58.69 % 2.134 votos

Fernando Nobre: 18.37 % 668 votos

Manuel Alegre: 17.19 % 625 votos

Francisco Lopes: 2.64 % 96 votos

José Coelho: 2.20 % 80 votos

Defensor Moura: 0.91 % 33 votos


pensarcelorico@gmail.com

domingo, 9 de janeiro de 2011

Eleições presidenciais

Começa hoje oficialmente a campanha para as eleições presidenciais, e é muito importante que todos nós cidadãos comuns ouça-mos as intenções de cada candidato e que se compreenda o que cada um tem de melhor para oferecer a este país, que tanto necessita de uma estabilidade política e económica.

Devemos todos ter em conta as propostas e não a política barata que tem sido usada por todos os candidatos, uns mais que outros, mas todos deram a sua “ferroada” fora do que são os seus intentos para o lugar a que se estão a candidatar.

E, nós cidadãos comuns nunca nos podemos esquecer que o poder que o voto nos confere é fundamental. Votar não é só um direito é também um dever que todos devemos cumprir para daqui amanhã também podermos exigir de quem é eleito aquilo a que se propôs fazer. Qual é a nossa legitimidade de criticarmos ou exigirmos se não nos deslocámos a exercer o nosso direito (e volto a dizer, DEVER) de VOTO?

A manifestação através do silencio (isto é, não votar) é a pior opção.

Dia 23 não falte ao compromisso, coloque o voto em quem de sua consciência é o melhor candidato não desperdiçando o seu voto e o direito que este lhe confere.

Miguel Espírito Santo


pensarcelorico@gmail.com